quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Sétimo Encontro

As comidas












As Champagnes














As Pessoas

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Champagnes Rosados

Um pouco de história sobre a escolha de nosso próximo encontro.

Os champagnes rosados são obtidos por dois métodos possíveis. O primeiro e mais comum é a "mistura" ou "adição", onde acrescenta-se um pequeno porcentual (10-15%) de vinho tinto ao vinho branco base, antes da segunda fermentação em garrafa**. O segundo e mais raro é a "sangria", que consiste deixar as cascas tintas fermentando junto com o mosto até o ponto em que a cor seja considerada ideal. Depois dessa etapa, que dura de algumas horas a poucos dias, as cascas são separadas e o processo segue normalmente. Em seu estilo geral, os champagnes rosados costumam ser bebidas austeras e estruturadas, quase sempre podendo, e às vezes precisando, envelhecer na garrafa. Alguns exemplares, contudo, são mais leves e se prestam bem para o consumo jovem.
Os rosés são muito versáteis à mesa. Uma combinação infalível seria com salmão em geral, fresco e melhor ainda o defumado. Ovas de salmão são uma ótima opção, são menos intensas que o caviar, que brigaria com as bolhas rosadas. Há quem opte por pratos menos condimentados da cozinha oriental, como a chinesa ou tailandesa. É testar para comprovar. Em um jantar em que se pretenda servir apenas espumantes do início ao fim, um rosé pode ser a solução para o "prato de resistência", que pode ser porco ou aves de caça. Alguns rosados mais leves podem também combinar bem com sobremesas a base de frutas vermelhas; a afinidade aromática é imensa.

(por Marcelo Copello)

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Nova Participante

A Renata decidiu participar do grupo. Seja bem-vinda.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Sexto Encontro



O Sil foi responsável pela nossa noite de espumantes, que aconteceu no salão de festas do prédio onde mora. A primeira surpresa foi o tamanho do salão que é excelente e com uma ótima cozinha e depois tivemos as rolhas estourando sozinhas, como nossa degustação é sempre às escuras o Jú além de embrulhar as garrafas também embrulhou as rolhas e para isso tirou o protetor das mesmas, que após uns bons minutos começaram a estourar, o que nos obrigou a iniciar a degustação antes do tempo previsto.
O que bebemos:

Prosecco Incontri VSAQ – Itália
Veuve Clicquot Brut – França
Cordoníu Clasico Brut – Espanha
Chandon Excellence – Brasil

Nessa noite não chegamos nem perto de uma unanimidade, cada participante conseguiu identificar 2 dos vinhos sendo que todos acertaram a Veuve Clicquot, o Jú achou que a Chandon não tem personalidade e somente a Vera e a Marta que pontuaram igualmente, ficando assim a preferência das duas: Chandon, Veuve, Prosecco e Cordoniu.
Os demais tiveram a seguinte preferência:
Ju – Cordoníu, Veuve, Prosecco e Chandon
Sônia – Veuve, Cordoníu, Prosecco e Chandon
Renata – Veuve, Prosecco, Cordoníu e Chandon
Sil – Prosecco, Veuve, Chandon e Cordoníu.

Tivemos uma estréia nessa noite, a Renata, prima do Jú e da Sônia, não sabemos se ela vai continuar com a confraria, estamos torcendo para que sim. Renata você será sempre bem-vinda.

Bebidas relatadas, vamos agora saber das comidas , tartar de salmão (obra do Jú), morangos, mix de castanhas, sardela, shitake ,chutney de manga, queijos, pães diversos e biscuit salgado (obra da Sonia) foram os petiscos, para o jantar tivemos talharim de pupunha com molho de camarão e broto de feijão , bolo de nozes (para o Jú que não come chocolate) e um doce de chocolate delicioso. Ah!, tivemos um café servido em xícaras vindas de Paris.

Nosso próximo encontro será em 20.10 , na casa da Martinha e teremos espumantes rosé.

E por último, nossos parabéns para o Sil, que organizou um super encontro, charmoso e super gostoso.

sábado, 22 de setembro de 2007

Finalmente

Eba!!! Chegou o grande dia, hoje teremos champagne, ou melhor teremos vinhos espumantes entre eles um será champagne.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Vinhos by EXAME

Nessa semana junto com a revista Exame recebi um Guia Exame sobre investimentos pessoais em 2007 e lá pelo meio da revista encontrei indicações de alguns dos melhores vinhos disponíveis no Brasil.

O guia adotou como critério notas concedidas pela revista Wine Spectator e do crítico americano Robert Parker, ambos adotam uma escala de 100 pontos e consideram produtos com notas acima de 90 de qualidade excelente.

Foram publicadas duas listas, uma com as maiores pontuações e outra com os melhores em custo-benefício, com duas ressalvas, a primeira de que as listas não tem a pretensão de ser definitivas, pois existem muitos vinhos disponíveis por aqui de igual pontuação, e a segunda é uma lembrança de que diversos especialistas contestam as notas da revista e de Parker. Há guias e critícos que seguem critérios bem diferentes.

Apesar das ressalvas e por ser uma iniciante nos vinhos, achei interessante e resolvi mostrar as listas aqui, hoje vou colocar a dos melhores em custo-benefício. Tenho intensão de comprar alguns para experimentar , mas deve demorar um pouco, quando isso acontecer coloco aqui minhas impressões.

Então aqui estão eles - Clique nas imagens para aumentar.

sábado, 25 de agosto de 2007

Champagne

História

Início do fabrico de champanhe
Aos romanos atribui-se o facto de terem plantado as vinhas na região, embora haja documentos históricos que atestem que a cultura da vinha vem de muito antes, como do famoso escritor de então Plínio, que escrevia já dos famosos vinhos e vinhas desta região, e aos romanos se deve o início da produção dos espumantes em França.
Um dos motivos que elevaram a fama deste fantástico vinho foi o fato de que em Reims, cidade mais importante de Champagne, foram coroados quase todos os grandes reis da França. A coroação acontecia na catedral de Notre-Dame de Reims, construída em 1225, e nas comemorações era servido champanhe. Por este motivo, ficou conhecido como o vinho dos reis.

Don Perignon
Com o aparecimento de Don Perignon, que era um monge beneditino da Abadia de Hautvillers, em 1670, houve uma "revolução" na produção do champanhe. A Don Perignon, um gênio e sempre insatisfeito estudioso da matéria, deve-se a descoberta dos cinco principais elementos que em muito contribuíram para o champanhe tal como ele é hoje:
A mistura de diferentes vinhos da região, conseguindo assim um produto mais harmonioso.
Separação e prensagem em separado das uvas pretas que predominam em Champagne, obtendo assim um cristalino sumo de uva.
O uso de garrafas de vidro mais espesso para melhor permitirem a pressão da segunda fermentação em garrafa.
O uso da rolha de cortiça, vinda de Espanha, que permitiu substituir o anterior sistema, pauzinhos de cânhamo embebidos em azeite.
A escavação de profundas adegas, hoje galerias com vários quilômetros de extensão e usadas por todos os produtores, para permitir o repouso e envelhecimento do champanhe a uma temperatura constante.

Fabrico
O processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de há séculos atrás. A principal alteração no processo foi introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot, que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa. Antes disso o champanhe era turvo e com aroma residual de levedo. Um champanhe comum leva pelo menos dois anos para ficar pronto e os especiais até cinco anos. Ficam estocadas nos subterrâneos das cidades nos crayéres, que são túneis cavados no giz. A casa Moët et Chandon tem 28km de túneis onde estão armazenadas milhões de garrafas esperando a conclusão do processo de fabricação.
Quanto às uvas utilizadas, são três: a Chardonnay (em maior proporção), a Pinot Noir e a Pinot Meunier. Estas últimas são uvas tintas mas os vinhos utilizados, elaborados sem a casca, são brancos. O champanhe é um corte (mistura de vinhos em proporções determinada pelos enólogos) de trinta a até cerca de duzentos vinhos brancos. O tradicional é feito com um corte de cerca de 30% de vinhos brancos de uvas tintas, o rosé com corte de vinhos tintos, o blanc de blanc, apenas com uvas brancas e o blanc de noir elaborado apenas com uvas tintas.

Classificações
Garrafas de champanhe Veuve Clicquot
Podemos ter seis classificações conforme o teor de açúcar adicionado para a segunda fermentação: Doux (Doce), Demi-Sec (Meio-seco), Sec (Seco), Extra-Sec (Extra-seco), Brut (Bruto) e Extra-Brut (Extra-bruto). Devido às sutis diferenças de paladar, os mais fabricados e vendidos são o Demi-Sec e o Brut. A maioria dos Champagnes não são safrados, apenas nas vindimas excepcionais são produzidos os Milésimes, que declaram a safra. Quando as Pinot também provêm de uma vindima de grande qualidade são produzidos os Milésimes Rose, que são os mais caros. O último grande ano foi 1999. Existe ainda mais uma classificação importante: a da qualidade do vinhedo de onde provém a uva. Cada região é chamada de cru. Quando temos condições muito boas de solo e microclima o vinhedo é classificado Première Cru e quando esta condições são impecáveis, chamamos Grand Cru.

Denominação de origem controlada
O nome champanhe é uma DOC (em francês AOC), mas a indicação "denominação de origem controlada" aparece raramente nas etiquetas das garrafas de champanhe. É a única apelação, junto com a de Cognac, que está dispensada desta menção, pois é o único vinhedo cujos vinhos são todos classificados (todos os outros vinhedos vendem vinhos DOC e vinhos desclassificados).
A palavra "champagne" também é protegida com grande vigilância.
Assim, a comuna de Champagne, com 660 habitantes, situada no cantão de Vaud, na Suíça, teve que renunciar a mencionar o nome de Champagne nos vinhos (não espumante) produzidos em seu território - de 28 hectares - segundo um acordo internacional entre a Suíça e a UniãoEuropéia em dezembro de 1998.

(via Wikipédia).

Encontros

Já estou com saudades dos encontros, muitos dias entre um e outro. O próximo só no dia 22.09, quase dois meses, muito tempo.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Quinto Encontro


E lá fomos nós para o quinto encontro, na casa da Sônia, um resumo dos 4 anteriores.

A proposta, degustar um vinho de cada uva já degustada, a saber: Pinot Noir, Shirah, Merlot e Cabernet Sauvignon.


Os vinhos foram comprados e embalados pela anfitriã, a escolha foi orientada pela coleção da Abril, Vinhos do Mundo e a Sônia se ateve ao valor anteriormente estipulado.
Aqui os vinhos que fizeram esse quinto encontro:
Pinot Noir 2002 - Domaine Drouhin Oregon - Americano
Les Meysonniers 2005 Shirah - M. Chapoutier - Francês
Cuvée Alexandre Merlot - 2004 - Casa Lapostolle - Chileno
Réserve Speciale Médoc 2003 - Domaines Barons de Rothschild - Francês


Como sempre a degustação foi às cegas e a pretensão do grupo era adivinhar as uvas dos vinhos. No final, cada participante conseguiu acertar uma uva, o que foi uma vitória.
Dessa vez tivemos unanimidade na escolha do melhor, o Merlot ganhou com folga.


Agora, falando das comidas, tivemos como petisco: patê de atum e de queijo, macadâmia e morangos, tudo muito gostoso. A entrada foi uma casquinha de siri, regada com leite de coco, divina e o prato principal, posso falar sem errar, foi o melhor até hoje servido nos nossos encontros: talharim preto com molho agridoce de frutos do mar (lagosta, camarão e vieira).
De sobremesa tivemos um creme de doce de leite com nozes que estava muito bom e com o café foi servido uns biscoitinhos by Sônia, que estava uma delícia.


E as novidades, a cada encontro temos alguma novidade, dessa vez foram o sorvete de limão para limpar o paladar e grãos de café para limpar o olfato.


No próximo encontro teremos champagne e diminuiremos o número de garrafas, serão somente 3, sendo que uma das cogitadas foi a Veuve Clicqout , e será na casa do Sil, que prometeu superar a todos na organização e nas comidinhas.

E para finalizar, fica os parabéns para nossa anfitriã, que fez um encontro todo organizado, com um resumo de todas as uvas que degustamos e a ficha técnica de todos os vinhos, acompanhados de uma pastinha para cada participante e uma comida caprichada e deliciosa. Diante desse quadro, quero ver o Sil conseguir cumprir sua promessa. Boa sorte Sil....

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Atendendo a pedidos


Vejam só o que o vinho pode fazer com vocês. rsrs

Sil ensinando a Sô, como beber vinho sem deixar escorrer... Foi hilário.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

Quarto Encontro


E aconteceu o 4º encontro, na casa da Vera, os vinhos foram ótimos, difícil escolher os melhores, houve muita indecisão, então dessa vez vou descartar somente o que foi unanimidade , o pior.

Os escolhidos para esse encontro da uva Cabernet Sauvignon foram:
Yalumba Mawson's Cabernet Sauvignon – 2004 – Austrália – R$ 93,00
CASAS PATRONALES Cabernet Sauvignon – 2002 – Chile – R$ 37,00
Don Laurindo Tinto Cabernet Sauvignon – 2004 – Brasil – R$ 38,00
Angélica Zapata Cabernet - Sauvignon Alta – 2002 – Argentina – R$ 114,90

O pior foi o chileno, o argentino foi o preferido do Jr , da Vera e da Sônia. O Sil e a Marta gostaram mais do nacional, o australiano ficou em 2º.lugar para a Sônia e o Sil. O melhor custo benefício da noite foi o nacional, um bom vinho por um bom preço.

A noite foi muito agradável, o pessoal papeou bastante e deu muitas risadas, presentes também no encontro uma prima da Vera , a Célia e sua mãe uma senhorinha de 94 anos, uma gracinha.

A entrada teve um patê de gorgonzola , um de pimentão e um de fígado de peru com carne de porco, os dois primeiros preparados pela dona da casa. Legumes cortados e torradas para acompanhar os patês e dois queijos – estepe e gouda.

Após a degustação tivemos uma sopa de milho verde com shitake e queijo de cabra e um rocambole de merengue de morangos para a sobremesa. Estava tudo muito bom, em breve as receitas estarão por aqui, aguardem.

E no fim do encontro teve mais risadas, com a chegada do Leonardo (filho da Marta), seu primo Nelsinho e dois “primos” Vinicius e Guilherme que chegaram de uma balada no clube Pinheiros.
Os coitados enfrentaram um interrogatório sobre a noite, quem beijou, quantas, como é a paquera, porque não beijou e por ai a fora.... ainda bem que todos tem a auto-estima elevada. Eles são ótimos.

De novidade nesse encontro, só as fitinhas coloridas amarradas nas taças para posterior identificação do vinho degustado.

O próximo encontro, o 5º. da série, será na casa da Sonia no dia 04.08.2007 e teremos um vinho de cada uva degustada até o momento, a saber: Pinot Noir, Shiraz, Merlot e a Cabernet Sauvignon.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Amanhã




Amanhã teremos mais um "bacanal", vamos novamente homenagear Baco, degustando sua descoberta, é isso mesmo pessoal , amanhã teremos o 4o.
encontro de vinhos. Sem a existência de Baco, será que teríamos essa chance de reunir os amigos e beber um bom vinho.
Baco era o filho do deus olímpico Júpiter e da mortal Sêmele Deus do vinho, representava seu poder embriagador, suas influências benéficas e sociais. Promotor da civilização, legislador e amante da paz. Líber é seu nome latino e Dioniso é seu equivalente grego.(via Wikipédia)
A palavra bacanal faz alusão ao Deus do vinho, Baco. As bacanais foram introduzidas em Roma
e vindas do sul da península itálica através da Etrúria. Eram secretas e frequentadas somente por mulheres durante três dias no ano. Posteriormente, os homens foram admitidos nos rituais e as comemorações aconteciam cinco vezes por mês. A má reputação das bacanais, nas quais ocorriam as mais grotescas vulgaridades e onde todos os tipos de crime e conspirações políticas eram supostamente planejados, levou à publicação de um decreto por parte do senado, em 186 a.C., proibindo as bacanais em toda a Itália. (via Wikipédia).

Imagem: Baco, segundo Caravaggio

domingo, 1 de julho de 2007

A uva da vez

Cabernet Sauvignon

Origem
Uva tinta de ótima qualidade, originalmente proveniente de Bordeaux (França). A casta cabernet sauvignon é considerada a rainha das uvas, pela longa e consistente história de mais de 200 anos, e pelo alto equilíbrio, robustez e desempenho dos vinhos produzidos não só na sua origem, mas em todas as partes do mundo. A Cabernet Sauvignon é de fato uma uva híbrida, "inventada" no séc. XVIII, a partir de um cruzamento bem sucedido da cabernet franc (cabernet) com a sauvignon blanc (sauvignon); na verdade a designação sauvignon rouge ainda existe na França; quase desapareceu no séc. XIX com a praga filoxera. Hoje é utilizada não só na composição de vinhos Bordeaux (q.v.), tanto os genéricos como os famosos "châteaux" específicos, mas é também responsável por bons varietais, robustos e aromáticos, com acidez equilibrada e bons taninos.

Regiões de produção
A partir de Bordeaux, espalhou-se mais para o sul da França, atravessou para Espanha, foi para Itália, atravessou o Atlantico e hoje é a uva mais plantada em todo o mundo. Sua maior expressão continua sendo nos vinhos "grand cru" de Bordeaux, em que é combinada com cabernet franc, merlot, e petit verdot. Mas tem dado o que falar na California, Chile e Austrália.

Características dos Vinhos
Os Cabernet Sauvignon mais baratos e de menos de 4 anos, não devem ser considerados, pois são uma lástima. Os bons Cabernet Sauvignon requerem um tempo de guarda no produtor, a fim de afinar os taninos agressivos, e dar corpo ao vinho. Aí sim aparece o valor da variedade, sua estrutura, seu corpo, seus aromas de cassis e ameixas pretas, tabaco, tons de cacau, baunilha; em sua cor vermelho escuro, que vai clareando ligeiramente com o passar dos anos, e assumnindo tons alaranjados ou castanhos. Vinhos maravilhosos.

Harmonização
Carnes vermelhas, goulash, strogonoff, souflés de queijo e batatas; carne seca, bem preparada, com purê de mandioca fazem uma combinação muito original com a Cabernet Sauvignon. Pode-se colocar leves toques de pimenta do reino, ou pimentões levemente ardidos, cozidos, mas nunca se usa pimentas fortes com nenhum vinho. Nunca.

(Fonte: Academia do Vinho)

sexta-feira, 29 de junho de 2007

E como foi?

Pelas fotos vocês podem imaginar que, novamente foi muito bom nosso encontro.

Os Vinhos foram os atores principais, porém se não fossem os coadjuvantes nada aconteceria e mais, nesse caso, são os coadjuvantes que fazem o encontro ser divino.

Tivemos o encontro na casa da Marta, porém os comes e os bebes ficaram por conta do Sil e do Ju, com uma ajudinha da Sônia e tudo foi ótimo. Tivemos queijos para petiscar, dois patês vindos diretamente do free shop mas não fizeram muito sucesso, porém o prato principal compensou tudo, salmão com molho de tomate e requeijão - DIVINO.

Não houve alteração na forma de degustação, continuamos degustando às escuras e os vinhos degustados foram todos Merlot, tivemos :
Chileno: Laura Hartwig
Brasileiro: Miolo Terroir Merlot
Portugues: Ma Partilha
Argentino: Zuccardi Q

A escolha dessa vez não foi unanimidade,mas no final os preferidos foram o chileno e o português.

A uva escolhida para o próximo encontro foi a Cabernet Sauvignon, na casa da Vera e dia 15.07 ou 29.07 a definir.


E assim aconteceu nosso terceiro encontro,novamente uma delícia passar essas horas entre amigos.

Até o próximo.

quarta-feira, 20 de junho de 2007

Terceiro Encontro


Primeiro vão as fotos, depois conto como foi.

quinta-feira, 14 de junho de 2007

Falta um dia

Teremos nosso terceiro encontro no sábado, na casa da Martinha, o Sil não consegui reservar o salão de festas, vinhos comprados , tudo arrumado.Até lá.

sábado, 9 de junho de 2007

Merlot, a próxima uva

Origem
uma das melhores uvas do mundo, original de Bordeaux (França). É hoje das mais cultivadas em todo mundo, produzindo excelentes varietais. Na sua origem, entra na composição dos grandes bordeaux, habilmente combinada com cabernet sauvignon, e cabernet franc ou verdot. Tem ampla capacidade de envelhecimento.

Regiões de produção
A região imbatível do Merlot é Saint-Emilion, em Bordeaux. Ali são feitas peças divinas como Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus. Fora dali, espalha-se por todo o mundo, sendo digno de nota os Merlot chilenos californianos, e neo-zelandeses. Na Itália tem feito boas combinações com a SanGiovese.

Características dos Vinhos
Novamente, os divinos são uma experiencia á parte. Os bons varietais mortais, tem caracteristicas semelhantes á Malbec, entretanto considera-se a Merlot via-de-regra superior a Malbec; sua cor rubi-violácea forte, densa, já revela no visual o vinho de aromas maduros que virá; no paladar, preenche a boca e mostra frutas maduras, e se teve envelhecimento, um nítido tabaco, notas de baunilha e especiarias, e um toque de couro, com tato macio e final de boca longo e persistente.

Harmonização
devido ao seu corpo pleno e taninos robustos e equilibrados, será sempre boa companhia para carnes, caças e aves mais consistentes (frango não!). Com seu toque macio dos açucares remanescentes, e o bom equilíbrio entre acidez e alcool, e taninos e antocianos presentes, é bom acompanhamento também para pratos de carne de porco, pernil, lombinho grelhado, com batatas, ou num toque mais brasileiro, aipim (mandioca) frita, ervilhas. Não esqecer dos queijos amarelos.


(Fonte: Academia do Vinho)

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sexta-feira, 1 de junho de 2007

Segundo encontro em fotos





Como eu disse, vejam como ficou linda nossa mesa.
E tem tabela para nos ajudar na degustação.
Os vinhos foram embalados na Expand, onde foram comprados.
O Grupo e os Vinhos.
Tem também as meninas do grupo, depois os meninos e os convidados.
E o jantar teve file de pescada recheada com shitake e purê de mandioquinha.

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Segundo Encontro



Ocorreu em 19.05.2007 na casa do Jr. e novamente foi muito bom, tivemos algumas melhorias e o Sil participou dessa vez.

O nosso anfitrião muito chic organizou um formulário para facilitar nossa análise, dividido em 3 partes com informações sobre visual, olfativa e gustativa para pontuarmos os seguintes ítens:

1. Visual - Intensidade da cor, tonalidade, limpidez, transparência e lágrima (qtde. e velocidade que escorrem).

2. Olfativa - descrever os aromas encontrados.

3. Gustativa - Doce (sentir na ponta da língua), salgado (sentir no meio da língua), acído (sentir nas laterais da língua), amargo (sentir no fundo da língua). O corpo do vinho- consistência e intensidade dos gostos, adstringência (sensação de secura), temperatura, efervecência de gás carbnonico e textura (sedoso, acetinado ou aveludado).

Para facilitar a análise olfativa, tinhamos também uma roda de aromas, nem imaginavamos que aromas os vinhos podem ter, eis alguns exemplos: dióxido de enxofre, fósforo queimado, gambá, cavalo e por ai vai, isso tudo de acordo com a roda de aromas..

Os vinhos foram comprados na Expand e embalados por eles para fazermos uma degustação às cegas.

A uva escolhida, a Shiraz, já foi apresentada então vamos aos vinhos degustados:

Marques Casa Concha - Shiraz 2005 - Concha Y Toro / Chileno

Côtes du Rhône 2003 - Les Moirets / Francês

Shiraz Barossa2004 - Peter Lehmann / Australiano

Shiraz Reserva - Rio Sol / Brasileiro

Os vinhos foram comprados na Expand e embalados por eles para fazermos uma degustação às cegas.
Diferente do primeiro encontro, dessa vez houve uma unanimidade na classificação, ficando com a seguinte ordem do melhor para o pior: chileno, australiano, francês e brasileiro.

Já disse lá em cima que nosso anfitrião é chic , mas ele é muito chic mesmo, então duas das taças usadas eram Ridel, demais vocês não acham?

Nosso próximo encontro será 16.06.2007 na casa do Sil e a uva escolhida Merlot.


Após a degustação, tivemos um jantar com o seguinte cardápio: Pescada branca recheada com shitake , purê de mandioquinha e folhas de rucula nova, e a sobremesa oferta da Sonia foi Strogonoff de nozes e como da primeira vez não fotografamos a sobremesa, uma falha que corrigiremos no próximo encontro.


Entre um vinho e outro , teve muita conversa, risadas e a noite foi uma delícia, mérito dos amigos mais uma vez, como é gostoso passar umas horas com quem gostamos.


Tivemos, também a presença de Renato e Léo que só participam dos comes, deixando os bebes de lado, ou melhor, deixando os vinhos de lado e ficando com refrigerantes.




quarta-feira, 16 de maio de 2007

Shiraz

Uva tinta de superior qualidade, originalmente proveniente do Caucaso, e conhecida na antiga Pérsia, é talvez a uva vinifera mais antiga do mundo. O nome Shiraz vem da cidade de Shiraz (Iran), onde era muito cultivada na antiguidade. Trazida para o Ocidente, criou raízes "modernas" no sul da Borgonha e na Provence (França). Hoje casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. Fora da França produz bons vinhos varietais, que podem chegar a ótimos; muitas vezes pecam pelo excesso de acidez e presença taninos potentes, por vezes difíceis de controlar; são freqüentemente combinadas com cabernet. Shiraz é hoje a uva nacional da Austrália

Regiões de produção
Na França, a syrah ocupa lugar de destaque no centro-leste e no sudeste; no Novo Mundo, a shiraz se destaca na África do Sul e na Austrália, sendo que o famoso Grange supera com facilidade a concorrencia, mesmo dos franceses.
Características dos Vinhos

O visual de vermelho intenso e profundo, mas com brilho, denota bons taninos, sem excessos de cor; aromas de ameixa, nectarina e um leve toque de amora e cravo; no paladaar sabor marcante de ameixas frescas e cerejas, com pouca acidez, e bom equilibrio; macio, e deixando uma boa permanencia de paladar, com aromas secundários agradáveis. Em resumo, uma excelente uva tinta.
Harmonização

São sempre vinhos saborosos e estruturados; acompanham bem pratos de carnes e aves, e queijos amarelos. Pode ser também uma boa opção para acompanhar fondues e soufflés. Uma outra combinação muito boa é com crêpes salgadas.

(Fonte: Academia do Vinho)