Pelas fotos vocês podem imaginar que, novamente foi muito bom nosso encontro.
Os Vinhos foram os atores principais, porém se não fossem os coadjuvantes nada aconteceria e mais, nesse caso, são os coadjuvantes que fazem o encontro ser divino.
Tivemos o encontro na casa da Marta, porém os comes e os bebes ficaram por conta do Sil e do Ju, com uma ajudinha da Sônia e tudo foi ótimo. Tivemos queijos para petiscar, dois patês vindos diretamente do free shop mas não fizeram muito sucesso, porém o prato principal compensou tudo, salmão com molho de tomate e requeijão - DIVINO.
Não houve alteração na forma de degustação, continuamos degustando às escuras e os vinhos degustados foram todos Merlot, tivemos :
Chileno: Laura Hartwig
Brasileiro: Miolo Terroir Merlot
Portugues: Ma Partilha
Argentino: Zuccardi Q
A escolha dessa vez não foi unanimidade,mas no final os preferidos foram o chileno e o português.
A uva escolhida para o próximo encontro foi a Cabernet Sauvignon, na casa da Vera e dia 15.07 ou 29.07 a definir.
E assim aconteceu nosso terceiro encontro,novamente uma delícia passar essas horas entre amigos.
Até o próximo.
sexta-feira, 29 de junho de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
quinta-feira, 14 de junho de 2007
Falta um dia
Teremos nosso terceiro encontro no sábado, na casa da Martinha, o Sil não consegui reservar o salão de festas, vinhos comprados , tudo arrumado.Até lá.
sábado, 9 de junho de 2007
Merlot, a próxima uva
Origem
uma das melhores uvas do mundo, original de Bordeaux (França). É hoje das mais cultivadas em todo mundo, produzindo excelentes varietais. Na sua origem, entra na composição dos grandes bordeaux, habilmente combinada com cabernet sauvignon, e cabernet franc ou verdot. Tem ampla capacidade de envelhecimento.
Regiões de produção
A região imbatível do Merlot é Saint-Emilion, em Bordeaux. Ali são feitas peças divinas como Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus. Fora dali, espalha-se por todo o mundo, sendo digno de nota os Merlot chilenos californianos, e neo-zelandeses. Na Itália tem feito boas combinações com a SanGiovese.
Características dos Vinhos
Novamente, os divinos são uma experiencia á parte. Os bons varietais mortais, tem caracteristicas semelhantes á Malbec, entretanto considera-se a Merlot via-de-regra superior a Malbec; sua cor rubi-violácea forte, densa, já revela no visual o vinho de aromas maduros que virá; no paladar, preenche a boca e mostra frutas maduras, e se teve envelhecimento, um nítido tabaco, notas de baunilha e especiarias, e um toque de couro, com tato macio e final de boca longo e persistente.
Harmonização
devido ao seu corpo pleno e taninos robustos e equilibrados, será sempre boa companhia para carnes, caças e aves mais consistentes (frango não!). Com seu toque macio dos açucares remanescentes, e o bom equilíbrio entre acidez e alcool, e taninos e antocianos presentes, é bom acompanhamento também para pratos de carne de porco, pernil, lombinho grelhado, com batatas, ou num toque mais brasileiro, aipim (mandioca) frita, ervilhas. Não esqecer dos queijos amarelos.
(Fonte: Academia do Vinho)
--------------------------------------------------------------------------------
uma das melhores uvas do mundo, original de Bordeaux (França). É hoje das mais cultivadas em todo mundo, produzindo excelentes varietais. Na sua origem, entra na composição dos grandes bordeaux, habilmente combinada com cabernet sauvignon, e cabernet franc ou verdot. Tem ampla capacidade de envelhecimento.
Regiões de produção
A região imbatível do Merlot é Saint-Emilion, em Bordeaux. Ali são feitas peças divinas como Chateau Cheval Blanc e Chateau Petrus. Fora dali, espalha-se por todo o mundo, sendo digno de nota os Merlot chilenos californianos, e neo-zelandeses. Na Itália tem feito boas combinações com a SanGiovese.
Características dos Vinhos
Novamente, os divinos são uma experiencia á parte. Os bons varietais mortais, tem caracteristicas semelhantes á Malbec, entretanto considera-se a Merlot via-de-regra superior a Malbec; sua cor rubi-violácea forte, densa, já revela no visual o vinho de aromas maduros que virá; no paladar, preenche a boca e mostra frutas maduras, e se teve envelhecimento, um nítido tabaco, notas de baunilha e especiarias, e um toque de couro, com tato macio e final de boca longo e persistente.
Harmonização
devido ao seu corpo pleno e taninos robustos e equilibrados, será sempre boa companhia para carnes, caças e aves mais consistentes (frango não!). Com seu toque macio dos açucares remanescentes, e o bom equilíbrio entre acidez e alcool, e taninos e antocianos presentes, é bom acompanhamento também para pratos de carne de porco, pernil, lombinho grelhado, com batatas, ou num toque mais brasileiro, aipim (mandioca) frita, ervilhas. Não esqecer dos queijos amarelos.
(Fonte: Academia do Vinho)
--------------------------------------------------------------------------------
sexta-feira, 1 de junho de 2007
Segundo encontro em fotos
Como eu disse, vejam como ficou linda nossa mesa.
E tem tabela para nos ajudar na degustação.
Os vinhos foram embalados na Expand, onde foram comprados.
O Grupo e os Vinhos.
Tem também as meninas do grupo, depois os meninos e os convidados.
E o jantar teve file de pescada recheada com shitake e purê de mandioquinha.
sexta-feira, 25 de maio de 2007
Segundo Encontro

Ocorreu em 19.05.2007 na casa do Jr. e novamente foi muito bom, tivemos algumas melhorias e o Sil participou dessa vez.
O nosso anfitrião muito chic organizou um formulário para facilitar nossa análise, dividido em 3 partes com informações sobre visual, olfativa e gustativa para pontuarmos os seguintes ítens:
1. Visual - Intensidade da cor, tonalidade, limpidez, transparência e lágrima (qtde. e velocidade que escorrem).
2. Olfativa - descrever os aromas encontrados.
3. Gustativa - Doce (sentir na ponta da língua), salgado (sentir no meio da língua), acído (sentir nas laterais da língua), amargo (sentir no fundo da língua). O corpo do vinho- consistência e intensidade dos gostos, adstringência (sensação de secura), temperatura, efervecência de gás carbnonico e textura (sedoso, acetinado ou aveludado).
Para facilitar a análise olfativa, tinhamos também uma roda de aromas, nem imaginavamos que aromas os vinhos podem ter, eis alguns exemplos: dióxido de enxofre, fósforo queimado, gambá, cavalo e por ai vai, isso tudo de acordo com a roda de aromas..
Os vinhos foram comprados na Expand e embalados por eles para fazermos uma degustação às cegas.
A uva escolhida, a Shiraz, já foi apresentada então vamos aos vinhos degustados:
Marques Casa Concha - Shiraz 2005 - Concha Y Toro / Chileno
Côtes du Rhône 2003 - Les Moirets / Francês
Shiraz Barossa2004 - Peter Lehmann / Australiano
Shiraz Reserva - Rio Sol / Brasileiro
Os vinhos foram comprados na Expand e embalados por eles para fazermos uma degustação às cegas.
Diferente do primeiro encontro, dessa vez houve uma unanimidade na classificação, ficando com a seguinte ordem do melhor para o pior: chileno, australiano, francês e brasileiro.
Diferente do primeiro encontro, dessa vez houve uma unanimidade na classificação, ficando com a seguinte ordem do melhor para o pior: chileno, australiano, francês e brasileiro.
Já disse lá em cima que nosso anfitrião é chic , mas ele é muito chic mesmo, então duas das taças usadas eram Ridel, demais vocês não acham?
Nosso próximo encontro será 16.06.2007 na casa do Sil e a uva escolhida Merlot.
Após a degustação, tivemos um jantar com o seguinte cardápio: Pescada branca recheada com shitake , purê de mandioquinha e folhas de rucula nova, e a sobremesa oferta da Sonia foi Strogonoff de nozes e como da primeira vez não fotografamos a sobremesa, uma falha que corrigiremos no próximo encontro.
Entre um vinho e outro , teve muita conversa, risadas e a noite foi uma delícia, mérito dos amigos mais uma vez, como é gostoso passar umas horas com quem gostamos.
Tivemos, também a presença de Renato e Léo que só participam dos comes, deixando os bebes de lado, ou melhor, deixando os vinhos de lado e ficando com refrigerantes.
quarta-feira, 16 de maio de 2007
Shiraz
Uva tinta de superior qualidade, originalmente proveniente do Caucaso, e conhecida na antiga Pérsia, é talvez a uva vinifera mais antiga do mundo. O nome Shiraz vem da cidade de Shiraz (Iran), onde era muito cultivada na antiguidade. Trazida para o Ocidente, criou raízes "modernas" no sul da Borgonha e na Provence (França). Hoje casta principal dos Côtes-du-Rhône, do famoso Chateauneuf-du-Pape, e dos Côtes-de-Provence. Fora da França produz bons vinhos varietais, que podem chegar a ótimos; muitas vezes pecam pelo excesso de acidez e presença taninos potentes, por vezes difíceis de controlar; são freqüentemente combinadas com cabernet. Shiraz é hoje a uva nacional da Austrália
Regiões de produção
Na França, a syrah ocupa lugar de destaque no centro-leste e no sudeste; no Novo Mundo, a shiraz se destaca na África do Sul e na Austrália, sendo que o famoso Grange supera com facilidade a concorrencia, mesmo dos franceses.
Características dos Vinhos
O visual de vermelho intenso e profundo, mas com brilho, denota bons taninos, sem excessos de cor; aromas de ameixa, nectarina e um leve toque de amora e cravo; no paladaar sabor marcante de ameixas frescas e cerejas, com pouca acidez, e bom equilibrio; macio, e deixando uma boa permanencia de paladar, com aromas secundários agradáveis. Em resumo, uma excelente uva tinta.
Harmonização
São sempre vinhos saborosos e estruturados; acompanham bem pratos de carnes e aves, e queijos amarelos. Pode ser também uma boa opção para acompanhar fondues e soufflés. Uma outra combinação muito boa é com crêpes salgadas.
(Fonte: Academia do Vinho)
Regiões de produção
Na França, a syrah ocupa lugar de destaque no centro-leste e no sudeste; no Novo Mundo, a shiraz se destaca na África do Sul e na Austrália, sendo que o famoso Grange supera com facilidade a concorrencia, mesmo dos franceses.
Características dos Vinhos
O visual de vermelho intenso e profundo, mas com brilho, denota bons taninos, sem excessos de cor; aromas de ameixa, nectarina e um leve toque de amora e cravo; no paladaar sabor marcante de ameixas frescas e cerejas, com pouca acidez, e bom equilibrio; macio, e deixando uma boa permanencia de paladar, com aromas secundários agradáveis. Em resumo, uma excelente uva tinta.
Harmonização
São sempre vinhos saborosos e estruturados; acompanham bem pratos de carnes e aves, e queijos amarelos. Pode ser também uma boa opção para acompanhar fondues e soufflés. Uma outra combinação muito boa é com crêpes salgadas.
(Fonte: Academia do Vinho)
Assinar:
Postagens (Atom)
